terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Estado da Nação!

Tive alguma dificuldade em escolher o titulo deste texto....
Desliguei-me de todos os assuntos que estivessem relacionados com politica e afins, mas parece-me oportuno dar a minha opinião.
E se um dia eu governasse este País?
Estamos fartos de todos os dias, em todos os jornais, em todas as notícias ser anunciada mais um medida de austeridade... Os prejudicados são sempre os mesmos, para quando há alguém com "eles" no sitio capaz de tocar no que realmente importa? Ir ao bolso ao povinho, pedir sacrifícios, "apertar o cinto", é o mais fácil, vamos ao que realmente interessa...
Será justo, nós contribuintes andarmos a pagar impostos para milhares de pessoas válidas e com capacidade para poderem trabalhar, estarem confortavelmente em casa a receber rendimento mínimo garantido, ou acomodarem-se ao subsidio de desemprego recusando ofertas de trabalho, porque é mais vantajoso estar em casa? Porque não, por estas pessoas a fazer voluntariado, ocupá-las, dar-lhes qualquer actividade....Porque não em vez de estarem em casa, fazerem trabalho comunitário... Já alguém pensou que se lhes tirassem o conforto de receber sem trabalhar, que certamente procurariam outras actividades, outros empregos e  que deixariam de ser um despesa para o Estado e ainda contribuiriam com os seus Impostos para a Receita!
Há alguém que tenha coragem de verificar quantos cidadãos estrangeiros estão em Portugal sem emprego, em condições precárias, ou simplesmente a viver de negócios ilícitos? O que estão essas pessoas a fazer no nosso País? Não contribuem para a economia, não contribuem para o desenvolvimento, apenas contribuem para a desordem, para o empobrecimento, porque não faze-los regressar aos seus países de origem?
Cada vez que se ouve falar em novas medidas de austeridade, toda a gente treme, porque só se fala na subida de impostos, mais dia menos dia, vai-se tornar insustentável, vai deixar de haver capacidade de sobrevivência... Concordo que se paguem impostos, mas temos de tirar proveito do que pagamos, temos direitos, não nos resumimos a obrigações... Seria justo pagarmos impostos, se usufruirmos de um excelente sistema de saúde, que não é o que se verifica, um sistema de ensino excepcional, também não se constata neste País...Afinal pagamos impostos para quê? Para ser paga um divida que foi contraída por meia dúzia de corruptos que se governaram à conta deste País!
Nós estamos a remar contra a maré... Desde sempre nos sentimos protegidos e orgulhosamente sós neste cantinho da Europa, não produzimos, não cultivamos, não consumimos o nosso produto (também temos muito pouco).
Não havendo poder de compra, não há consumo, não havendo consumo, não há desenvolvimento económico...Ora subindo impostos, reduzimos o poder de compra e assim entramos num ciclo sem saída... Reduza-se a Despesa, vá-se aos bolsos dos ricos, averigúe-se quem não contribui com as suas obrigações fiscais, aumente-se a carga fiscal sobre a banca, afinal apresentam sempre resultados extraordinário, contra o ciclo económico.

Faz sentido os vencimentos milionários dos nossos Gestores Públicos, face aos resultados que na sua maioria apresentam? O vencimento pago a qualquer funcionário Publico, independentemente de ser um cargo de nomeação ou não, nunca deverá ser superior ao do Presidente da República. Concordo que haja objectivos a cumprir e prémios para concretização dos mesmos... A competência deverá ser premiada, contrariamente ao que se verifica, incompetência extraordinariamente bem paga.
Se nos debruçarmos sobre a despesa, verificarmos o parque automóvel, os assessores e seus vencimentos, os cargos de nomeação, há muito e muito a reduzir... Não tendo acesso às contas do Governo, é difícil opinar, mas certo que muito se consegue fazer evitando o desastre e a queda no abismo para onde nos dirigimos.
Em minha modesta opinião, não há muitas saídas, as poucas existentes passam por medidas drásticas e retrocessos na evolução democrática, não vejo saída a não ser com alterações profundas, com punho forte e alguma postura ditatorial.
A ascensão económica também pode ser potenciada com a reconstrução do País, ficando aí nas mãos da natureza uma destruição parcial, provocada por um terramoto, um furacão...Ou pelo menos improvável acontecimento, visto sermos de "brandos costume", com uma revolta popular e  guerra civil.
Deixo-vos a minha Radical Opinião, acerca do Estado da Nação.
Até Breve!

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